GESTÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL

OBJETIVOS DO CURSO

As consequências negativas da interferência do homem na natureza levam a necessidade de uma educação ambiental voltada para a preservação e, ao mesmo tempo, utilização racional dos recursos. Desse modo, o curso de especialização e Educação Ambiental e Sustentabilidade objetiva formar profissionais que estejam aptos a ingressar nas práticas pedagógicas, prestar consultoria, desenvolver projetos, planejamentos e trabalhar na área de licenciamentos ambientais, através do conhecimento da legislação voltada para o meio ambiente e dos problemas decorrentes do uso e ocupação do solo.

 

ÁREA DO CONHECIMENTO: Aborda o tema como uma forma cotidiana de fazer educação, facilitando aos docentes a incorporação de conteúdos ambientais à educação básica, sem esquecer que constitui um processo a possibilitar o desenvolvimento do ser humano de maneira integral.

 

PÚBLICO ALVO: Especializar profissionais do setor público, privado, terceiro setor, setor educacional, dentre outros, para lidarem com as questões socioambientais no âmbito individual e coletivo e para atuarem em equipes multidisciplinares como gestores e facilitadores de processos de intervenção socioambiental, contribuindo para a construção de sociedades sustentáveis, ecologicamente equilibradas e socialmente justas.

 

DISCIPLINAS / EMENTÁRIO

 

  1. POLITICAS PÙBLICAS, ÉTICA, DIREITOS E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
30
  1. EDUCAÇÃO AMBIENTAL: GESTÃO E PRÁTICAS METODOLÒGICAS
30
  1. GESTÃO DE RESIDUOS SÓLIDOS E EDUCAÇAO AMBIENTAL
30
  1. ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO SISTEMA DE ENSINO: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS AMBIENTAIS
30
  1. GESTÃO DE RECURSOS HIDRICOS: BACIAS HIDROGRÁFICAS E TRATAMENTO DE ÁGUA E FLUENTES
30
  1. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS AMBIENTAIS
30
  1. GESTÃO AMBIENTAL: ECOLOGIA ANIMAL, VEGETAL E DE ORGANIZAÇÕES
30
  1. AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS: LICENCIAMENTO, PERÍCIA E AUDITORIA AMBIENTAL  
30
  1. METODOLOGIA DA PESQUISA
30
  1. PLANEJAMENTO, PROJETOS AMBIENTAIS E PRÁTICAS DE GESTÃO SUSTENTÁVEIS I
30
  1. PLANEJAMENTO, PROJETOS AMBIENTAIS E PRÁTICAS DE GESTÃO SUSTENTÁVEIS II
30
  1. GEOPROCESSAMENTO
30
  1. DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR
30
  1. SEMINÁRIOS INTERDISCIPLINARES DE CASOS AMBIENTAIS
15

 

  1. POLÍTICAS PÚBLICAS: ÉTICA, DIREITO E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL

 

Ementa: Aspectos Psicopedagógicos: deficiências, altas habilidades e dificuldades de aprendizagem

 

Referências Bibliográficas: Boruchovitch, E. (1994). As variáveis psicológicas e o processode apren.

dizagem: Uma contribuição para a psicologia escolar. Psicologia: Teoria

e Pesquisa, 10, 129-139.

 

  1. EDUCAÇAO AMBIENTAL: GESTÃO E PRATICAS METODOLOGICAS

 

Ementa: Relação homem-natureza. Ciências, tecnologia e degradação ambiental. Ciência, tecnologia, ambiente social e natural. Abordagens metodológicas e práticas de educação ambiental. Visão sistêmica e interdisciplinar na abordagem das questões ambientais.

 

Referências Bibliográficas: Fabio. Educação ambiental: São Paulo: SENAC. 1999. DIAS, General Freire. Educação ambiental: Princípios e práticas. 9.ed. São Paulo: Gaia. 2009. PEDRINI, A.G. de (org.). 1998. Educação Ambiental – reflexões e prática contemporâneas. RJ:Vozes. 2008. KINDEL, Eunice Aita Isaia. Educação ambiental: Vários olhares e várias práticas. 2.ed. Porto Alegre: Mediação 2004. GADOTTI, M. Pedagogia da Terra. Editora Peirópolis. 6º edição. São Paulo. 2009. SACHS, Ignacy. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. 2. ed.. Rio de Janeiro: Garamond.2002. GUERRA, Antonio José. Impactos ambientais urbanos no Brasil :.3.ed., Bertand. Rio de Janeiro: 2006. SÍLVIO, Gallo. Ética e cidadania: Caminhos da filosofia. São Paulo: PAPIRUS EDITORA. 2003.

 

3-GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL

 

Ementa: Conceitos, identificação, fontes e propriedades dos resíduos sólidos. Educação ambiental, na escola e na sociedade, estratégias de gestão e legislação em resíduos sólidos. Conversão biológica do lixo com recuperação de energia, resíduos orgânicos em sistemas biológicos integrados, reciclagem, licenciamento de áreas de depósito de resíduos sólidos e coleta seletiva. Aterro sanitário, aterro controlado, tratamento biológico, incineração e pirólise. Limpeza pública. Contribuições da Educação Ambiental na gestão dos resíduos sólidos.

 

Referências Bibliográficas:

ANNES, Jacqueline. Manufatura ambientalmente consciente. Santa Cruz do Sul, Edunisc, 2005.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10.004. Define e Classifica Resíduos Sólidos conforme sua Periculosidade. ABNT. Rio de Janeiro, 2004.

CHEHEBE, José Ribamar B.. Análise do ciclo de vida de produtos, ferramenta da ISO 14000. Editora Qualitymark, 1998.

REIS,Carlos Nelson dos; MEDEIROS, Luiz Edgar. Responsabilidade Social das Empresas e Balanço Social: meios propulsores do desenvolvimento econômico e social. São Paulo: Atlas, 2007.

PHILIPPI JR, A., ROMÉRO, M.A. & BRUNA, G.C. (eds.). Curso de Gestão Ambiental. Barueri, SP: Manole, 2004

 

4- ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO SOCIOAMBIENTAL NO SISTEMA DE ENSINO E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS AMBIENTAIS

 

Ementa: As políticas de educação ambiental e os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Os órgãos de proteção ambiental, campanhas de educação ambiental e o engajamento das escolas e comunidades. História das estratégias de intervenção no Brasil: pressupostos teóricos. A relação público/privado na sociedade brasileira. Desequilíbrios ecossistêmicos urbanos e rurais. Eco desenvolvimento e sustentabilidade socioambiental. Arranjos institucionais e políticas ambientais.Práticas pedagógicas ambientais e suas relações com as disciplinas curriculares.

 

Referências Bibliográficas:

ANDRADE, Daniel Fonseca. Alguns aspectos da Lei de Política Nacional de Educação Ambiental do ponto de vista dos educadores. Anais do II Encontro Pesquisa emEducação ambiental. São Carlos, UFSCar, 2003.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Temas transversais. Brasília: Secretaria de Educação Fundamental/MEC/SEF, 1998.

BRASIL, Estruturas da Educação Ambiental disponível em: http://www.mma.gov.br/estruturas/educamb/_arquivos/pronea_3.pdf

MACEDO, Elizabeth. Parâmetros Curriculares Nacionais: a falácia de seus temas

transversais. In: MOREIRA, Antonio Flavio (org). Currículo: políticas e práticas. São Paulo:Papirus,1999.

UINTAS, J.S. Pensando e praticando a educação ambiental na gestão do meio ambiente. Brasília:Ed. IBAMA, 2000.

ZABALA, Antoni. Enfoque globalizante e pensamento complexo: uma proposta para o currículo escolar. Porto Alegre: ARTMED Editora, 2002.

 

5- GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS: BACIAS HIDROGRÁFICAS E TRATAMENTO DE ÁGUA E EFLUENTE

 

Ementa: Bacias hidrográficas. Reservatórios de acumulação. Barragens e impactos ambientais. Relatórios RIMA. Problemas de erosão em bacias. Produção de sedimentos. Recursos hídricos em regiões semi-áridas e processos hidrológicos. Disponibilidade de águas subterrâneas. Estimativa de população. Estudo de consumo. Vazões de dimensionamento. Sistemas de captação de água. Adutoras por gravidade e por recalque. Reservatórios e rede de distribuição, Vazões de esgotos. Rede coletora. Tratamento de esgotos sanitários por processos anaeróbicos. Disposição controlada de esgotos no solo.

 

Referências Bibliográficas:

FELICIDADE, Norma; MARTINS, Rodrigo C; LEME, Alessandro A.Uso e gestão dos recursos hídricos no Brasil. 2.ed. Rima, 2006.

GARCEZ, Lucas N; ALVAREZ, Guillermo Acosta.Hidrologia. 2. Ed. Edgard Blucher, 2002.

PINTO, Nelson L. de S e outros.Hidrologia Básica. Editora Edgard Blucher, 1976.

TIAGO, Gláucio G. Aqüicultura, meio ambiente e Legislação. Editora Annablume, 2002.

TUNDISI, José G; TUNDISI, Takako M.A água. Editora Publifolha, 2005.

 

6- PRATICAS PEDAGÓGICAS AMBIENTAIS

EMENTA: Esta disciplina tem como uma de suas propostas explorar em uma perspectiva crítica, e a partir dos significados diversos da temática ambiental para a sociedade contemporânea, as possibilidades e os limites do processo educativo frente às questões ambientais. As dimensões de um trabalho educativo, quais sejam, a dimensão epistemológica, axiológica e de participação política serão discutidas como possibilidades para que as práticas educativas relacionadas com a temática ambiental cumpram sua função social. Pretende-se discutir tendências e perspectivas para educação ambiental em diferentes contextos educativos e as possíveis relações entre educação ambiental e as teorias de currículo. Assim, possibilidades e os limites de propostas curriculares e práticas pedagógicas que apontam para a transversalidade do currículo, para a pedagogia dos projetos e para o potencial dos temas controversos como possibilidades para educação ambiental serão criticamente analisadas. Pretende-se também analisar e identificar tendências das pesquisas relacionadas com educação ambiental e práticas pedagógicas.

 

Referências Bibliográficas:

AMARAL, I. A. Educação ambiental e ensino de ciências: uma história de controvérsias. Proposições, 12 (1): 73 – 93. 2001. AMARAL, I. A. Programas e ações de formação docente em educação ambiental. IN TAGLIEBER, J.E. & GUERRA, A.F.S. (orgs.). Pesquisas em Educação Ambiental: Pensamentos e reflexões de pesquisadores em Educação Ambiental. Pelotas: Ed. Universitária/UFPel, 2004. ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: desafios contemporâneos. Pesquisa em Educação Ambiental, v.1, n.1, p. 43-57, 2006. BORNHEIM, GERD. Filosofia e Política e Ecológica. Revista Filosófica Brasileira, v. 1, n.2, p: 16-24. 1985. BOWERS, C. How Language Limits Our Understanding of Environmental Education. Env. Educ. Res., v. 7, n. 2, p.: 141-151, 2001. BRANCO, S. M. Ética e Meio Ambiente. IN COIMBRA, J. A. A. (Org.) Fronteiras da Ética. São Paulo: Editora SENAC, 2002. BURNHAM, T. F. Pesquisa multirreferencial em educação ambiental: bases sócioculturais-político-epistemológicas. Pesquisa em Educação Ambiental, v.1, n.1, p. 73-92, 2006.

7- GESTÃO AMBIENTAL: ECOLOGIA ANIMAL, VEGETAL E DE ORGANIZAÇÕES

Ementa: Conservação e preservação. Ética da conservação. Biodiversidade e seus componentes: diversidade específica, ecossistêmica e genética. Perturbações naturais e extinção. Impactos antrópicos sobre a biodiversidade

 

Referências Bibliográficas:

ANDRADE. R.O.; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A.B. de. Gestão Ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2002.

GRAZIANO DA SILVA, José. O novo rural brasileiro. Campinas: Unicamp, 2000. COUTO, Ronaldo Graça. coord. Ecossistemas Brasileiros. BRASIL: Index, 1988. MAY, R. M. O frágil equilíbrio da vida. Ciência Hoje, 14(80): 18-25. 1992. ALHO, C.J.R. Fauna em extinção: emoção não basta ! Rev. bras. tecnologia. Brasília, 15(6): 23-24. 1984. BERNARDES, A. I, MACHADO, A. B; RYLANDS, A. B. Fauna brasileira ameaçada de extinção.Fundação Biodiversidade:Belo Horizonte,2005.

 

8- AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS: LICENCIAMENTO, PERÍCIA E AUDITORIA AMBIENTAL

 

Ementa: Aspectos políticos, econômicos e legislativos do licenciamento, da avaliação, da perícia, da auditoria de impacto ambiental. O planejamento e as fases de licenciamento e da avaliação. Metodologia do diagnóstico ambiental. A previsão de impactos sobre o meio físico e biológico e as medidas mitigadoras dos efeitos negativos. A marca dos seres vivos sobre o meio. O impacto do homem e mecanismos de degradação. Riscos e calamidades. O monitoramento. Elaboração e análise de relatórios, pareceres, laudos de avaliação e auditoria pericial. Jurisdição, ação e processo; importância e admissibilidade da perícia ambiental; direitos e deveres processuais dos peritos e assistentes técnicos; formulação e resposta de quesitos, suas modalidades e principais incidentes.

Referências Bibliográficas:

BRASIL – Ministério do Meio Ambiente. RESOLUÇÃO CONAMA nº 368, de 28 de março de 2006 Publicada no DOU no 61, de 29 de março de 2006, Seção 1, páginas 149-150. CAVALCANTI, Yara; MELLO, Claudia dos S; ALMEIDA, Josimar Ribeiro. Gestão Ambiental: planejamento, avaliação, implantação, operação, verificação. Rio de Janeiro: Thex, Triângulo, 2004.FOGLIATTI, Maria Cristina. Avaliação de Impactos Ambientais. Rio de Janeiro: Interciência,2004.

GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Batista da. Avaliação e perícia ambiental. São Paulo: Bertrand Brasil, 1999.

GUERRA, Antônio J. Teixeira. CUNHA, Sandra Baptista da. (org.) Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. São Paulo: Bertrand Brasil, 2000.

LA ROVERE, E. et al. Manual de auditoria ambiental. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000.

 

9 – METODOLOGIA DA PESQUISA

 

Ementa: Tipos de pesquisa. Planejamento e elaboração do projeto de pesquisa. Elementos teóricos e metodológicos do artigo, tendo em vista o trabalho final. Orientação do TCC.

Referências Bibliográficas:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:informação e documentação – referências – elaboração. São Paulo:ABNT, 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. RJ, 2005.

BARROS, Adil de Jesus. Projeto de Pesquisa. 5 ed. Petrópolis: Vozes, 1988.

CERVO e BERVIAN. Metodologia cientifica. Rio de Janeiro: McGraw-Will. 1993

GIL, Antonio Carlos. Projeto de Pesquisa. 3 ed. São Paulo: Atlas,1996.

PÁDUA, Elisabete Matallo Marquesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico-prática. Ed. Papirus, 2004.

 

10- PLANEJAMENTO E PROJETOS AMBIENTAIS E PRATICAS DE GESTAO AMBIENTAIS I

 

Ementa: Ementa: A problemática ambiental: enfoques teóricos e fatores de degradação ambiental; Desenvolvimento e planejamento ambiental: conceitos e objetivos; Legislação e política ambiental brasileira: histórico e instrumentos; Gestão e Monitoramento ambiental: fundamentos e práticas; Educação Ambiental: correntes teóricas, metodologias.

 

Referencias Bibliográficas: AB’SABER, A.N.; MÜLLER-PLTENBERG, C. (Orgs.) Previsão de Impactos: o estudo de impacto ambiental do lesto, oeste e sul. Experiências no Brasil, na Rússia e na Alemanha. São Paulo: EDUSP, 1998. ALMEIDA, J. R.; MELLO, C.S.; CAVALCANTI,Y. Gestão Ambiental. Rio de Janeiro, Thex. Editora, 2000. ALMEIDA, S. G.; PETERSON, P.; CORDEIRO, A. Crise Socioambiental e Conversão Ecológica da Agricultura Brasileira. Rio de Janeiro: ASPTA, 2001. ALTIERI, M. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável, Porto Alegre: UFRGS, 2000. ARAÚJO, Gustavo H. S.; ALMEIDA, Josimar R.; GUERRA, Antonio J. T. Gestão ambiental de áreas degradadas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007. BECKER, D. F. (Org.). Desenvolvimento sustentável: necessidade e/ou possibilidade? Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1997. CAMARGO, Luis H. R. de. A ruptura do Meio Ambiente: conhecendo as mudanças ambientais do planeta através de uma nova percepção da ciência: a geografia da complexidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. CAPRA, Fritjof. As conexões ocultas: ciência para uma vida sustentável. 2005 São Paulo: Cultrix, 2005. CAVALCANTI, C. (org.). Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas. São Paulo: Cortez: Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 1997. CUNHA, S. B. e GUERRA, A. J. T. (org.). A questão ambiental: diferentes abordagens. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. DERISIO, José C. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. São Paulo: Signus, 2007.

 

11-  PLANEJAMENTO E PROJETOS AMBIENTAIS E PRATICAS DE GESTAO AMBIENTAIS II

 

EMENTA: Conceitos preliminares de planejamento e projeto. Escopo de um projeto ambiental. Considerações específicas. Estrutura de um projeto. Equipe de trabalho e de coordenação. Matriz de tarefas e responsabilidades. Objetivos e metas. Metodologia. Suporte Técnico. Base científica e tecnológica. Legislação e normas aplicáveis.

 

Referências Bibliográficas:

CLELAND, David I e IRELAND, Lewis R. Gerência de Projetos. Editora Reichmann & Affonso Editores, 2002.

COHEN, Dennis J.e GRAHAM, Robert J. Gestão de Projetos: MBA executivo. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2004.KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman, 2001.

 

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração de projetos: Transformando Idéias em Resultados. São Paulo: Atlas, 2002.

SANTOS, R.F. Planejamento Ambiental: teoria e prática.  São Paulo: Oficina de Textos, 2004.

 

12- GEOPROCESSAMENTO

EMENTA: Fundamentos e principais aplicações de sensoriamento remoto; princípios físicos do sensoriamento remoto; Sistemas sensores; satélites de observação da terra; elementos da fotointerpretação; interação da radiação eletromagnética com alvos terrestres; processamento digital de imagens; geoprocessamento, introdução aos sistemas de informações geográficas – SIG’s, geração de cartas, Global Position System – GPS; tipos de dados utilizados em geoprocessamento; aquisição, tratamento e análise de dados e produção de mapas.

 

Referências Bibliográficas:

FERREIRA, Artur Gonçalves. Interpretação de imagens de satélites meteorológicos: Uma visão prática e operacional do hemisfério sul. ETILO, Brasília: 2002. NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento Remoto – Princípios e Aplicações. 3º Edição. Editora Blucher. São Paulo, 2008. MOREIRA, Maurício Alves: Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. UFV, Viçosa: 2005. MONICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS: descrição, fundamentos e aplicações. UNESP, São Paulo: 2000. GARCIA, G. J. Sensoriamento remoto: princípios e interpretação de imagens. São Paulo: Liv. Nobel, 1982. 357p. 1992. LIU, W. T. H. Aplicações de Sensoriamento Remoto. Editora Uniderp. Campo Grande, MS. 2006.

 

13- DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR

EMENTA: Estuda o contexto das instituições e a relação com o trabalho docente. Conceito e princípios metodológicos do trabalho pedagógico: intencionalidade, criticidade, construção, reflexão, criatividade, parceria, auto-avaliação, autonomia, inclusão e indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Dimensões do processo didático e seus eixos norteadores: ensinar, aprender, pesquisar e avaliar. A aula como organização do processo de ensino: Objetivos, conteúdos escolares e metodologia A relação pedagógica nos diversos contextos formativos. Planejamento do trabalho pedagógico.

Referências Bibliográficas:

AFONSO, A. J. Avaliação educacional: regulação e emancipação. SP: Cortez, 2000.ANDRÉ, M. (org.). O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. São Paulo, Papirus, 2001.CASTRO, A. R. de e CARVALHO, A. M. de. (org.).Ensinar a Ensinar. São Paulo, Pioneira Thomson Learnin, 2001. MOROSINE,Marília,C. (org.) O Professor do ensino Superior:identidade, docência e formação. Brasília: Plano Editora,2001.VEIGA, I. P. A. e CASTANHO, M. E. L. M. (orgs.) Pedagogia universitária: a aula em foco. Campinas, SP: Papirus, 2000.

  1. SEMINÁRIOS INTERDISCIPLINARES DE CASOS AMBIENTAIS

 

Ementa: Conteúdos específicos selecionados por professores, visitantes, alunos ou colaboradores externos, contendo assuntos específicos que relatam experiências ou vivências.

 

FRITZEN, S.J. Exercícios práticos de dinâmica de grupo e de relações humanas. Petrópolis: Vozes, 197.6

MORAIS, Régis de. Educação, Mídia e Meio ambiente. Campinas, SP: Alínea, 2004.

SANTOS, R.F. Planejamento Ambiental: teoria e prática.  São Paulo: Oficina de Textos, 2004.

SORRENTINO, M. Ambientalismo e participação na contemporaneidade, 2002, São Paulo,EDUC/FAPESP.

UNESCO. Educação para um futuro sustentável: uma visão transdisciplinar para ações compartilhadas. Brasília: IBAMA, 1999.

 

METODOLOGIA DO CURSO

O programa do curso ofertado contempla atividades em sala de aula, onde poderão ser desenvolvidos, além de aulas expositivas dialogadas, estudos de casos, debates e seminários.

Dentre os recursos metodológicos a serem utilizados no curso pode-se destacar o uso de algumas modalidades de pesquisas: bibliográficas, documentais e pesquisa de campo. Em todo processo de ensino aprendizagem em nível superior, a troca de experiências entre os atores deve ser amplamente possibilitada. Esta troca poderá ser vivenciada nos momentos de debates e seminários, bem como em momentos das próprias aulas expositivas e dialogadas, onde o próprio docente poderá passar a seus “parceiros” educacionais, uma considerável carga de experiência de vida tanto acadêmica como pessoal e profissional não-acadêmica.

Tais momentos de abertura ao diálogo crítico-reflexivo constituem-se em recursos metodológicos altamente producentes e compõem, certamente, as perspectivas do curso proposto.

Desta forma e por meio da participação discente em pesquisas empíricas e do desenvolvimento de projetos específicos de cada área a ser abordada, pretende-se promover a interação entre a teoria e a prática. Serão momentos reais em que especializando e professores estarão implementando conceitos obtidos no âmbito acadêmico e transformando-os em projetos de viabilidade social junto à comunidade.

 

SISTEMA DE AVALIAÇÃO

As avaliações do processo de ensino e aprendizagem do curso em questão ocorrem pelos seguintes critérios e métodos:

  1. a) Avaliações escritas individuais e em grupos;
  2. b) Apresentações de seminários;
  3. c) Pesquisas escritas individuais e em grupos
  4. d) Elaboração e apresentação de Artigos Científicos

 

FACULDADE FASB

Os cursos de pós-graduação oferecidos pela FASB-Faculdade do Sertão Baiano seguem as normas estabelecidas na Resolução01/2007 do CNE e tem o amparo legal na Portaria de credenciamento n 1396 de 13 dezembro de 2010.

Somente fará jus o referido Certificado, o participante que estiver regularmente matriculado no curso, que tenha concluído o curso de Graduação e todos os créditos das disciplinas com aprovação e que tenha obtido aprovação em seu TCC.

DURAÇÃO DO CURSO: 18 meses

CARGA HORARIA: 405 Hora/aula